Para os lanches a meio da manhã ou para aqueles dias em que a noite se prolonga para lá do razoável. Queijadas de banana e chocolate. Fáceis, rápidas, saudáveis e deliciosas.
Como fazer:
1 banana madura + 1 iogurte grego açucarado+ flocos de aveia (medida do copo de iogurte) + 1 ovo + 50 g de chocolate negro
Parte-se o chocolate, com a ajuda de uma faca, em pedaços pequenos e reserva-se.
Coloca-se os ingredientes todos, excepto o chocolate, no copo do liquidificador e bate-se.
Coloca-se a massa nas formas e por cima os bocadinhos de chocolate.
Vai ao forno pré-aquecido a 180º durante 20 minutos.
Faz-se o teste do palito e quando estiver cozido retira-se do forno, deixa-se arrefecer ligeiramente e desenforma-se.
Há muito tempo que não fazia bolachas ou biscoitos, mas veio a chuva e com ela uma vontade enorme de ir para a cozinha e preparar umas bolachinhas para acompanhar um chá. Os sabores só podiam ser canela e limão. Porque condizem com tardes frias e chuvosas de Inverno. E com chá e café. E com lareira e mantas.
Como fazer:
2 ovos inteiros + 1 chávena de farinha + 1 pisco de sal + 1/2 chávena de açúcar amarelo + 3 colheres de sopa de azeite + 1 colher de cha de canela + raspa de 1 limão + açúcar demerara q.b.
Junta-se os ovos com o azeite, a canela, o açúcar amarelo e a raspa de limão. Mexe-se com uma colher de pau até estar tudo bem envolvido. Depois adiciona-se a farinha e mexe-se mais um pouco.
Num tabuleiro forrado com papel vegetal, coloca-se com a ajuda de uma colher de chá pequenas porções de massa. Depois por cima polvilha-se com o açúcar demerara.
Vai ao forno, pré-aquecido a 180 º, durante 10 minutos.
Depois de retirar do forno, com a ajuda de uma faca, descola-se de imediato do papel, e deixa-se arrefecer numa superfície fria.
Todo um mundo por descobrir, ainda. Este, o das massas. E as conjugações todas que vou descobrindo e testando. Umas com mais sucesso do que outras. As que passam a ser as preferidas e aquelas que não. As mais pedidas e as mais gostadas. E depois, aquelas que nos reconciliam com algumas questões. A minha, eterna, questão com a carne picada. Esta receita foi capaz disso. Uma reconciliação, mais ou menos definitiva.
Como fazer:
Para as almôndegas:
500 g de carne picada + sal + pimenta preta + salsa picada
Junta-se os ingredientes todos e mistura-se bem com as mãos. Divide-se em partes iguais e forma-se bolas.
Leva-se a repousar ao frio enquanto se prepara o molho.
Para o molho:
1 beringela grande ou 2 pequenas + azeite + 2 colheres de sobremesa de vinagre balsâmico + 1 cebola picada + 2 dentes de alho picados + pimenta preta + tabasco+ 1 colher de chá de açúcar + 3 ou 4 tomates grandes.
Parte-se a beringela em cubos e tempera-se com sal. Coloca-se numa peneira e deixa-se estar durante mais ou menos 15 minutos.
Depois deste tempo, leva-se ao lume um tacho com um fio de azeite e adiciona-se a beringela, previamente espremida, para libertar o excesso de liquido, deixa-se estar em lume forte durante mais ou menos 10 minutos ou até ficar dourada. Depois desse tempo acrescenta-se a cebola picada e o alho picado, o vinagre, a pimenta, o tabasco e o açúcar.
Deixa-se estar, o molho a apurar, durante mais ou menos 20 minutos.
Enquanto isso, leva-se ao lume uma frigideira com um fio de azeite e depois de bem quente frita-se as almôndegas até estarem bem douradas.
Transfere-se as almôndegas para o molho e deixa-se estar mais uns minutos
Depois, é só ter à espera o esparguete já cozido.
Nota: Caso seja necessário acrescenta-se ao molho um pouco de água de cozer o esparguete.
Com a receita, a música, a voz. Intemporal. Imortal.Sublime.
A arte e a magia ancestral de aproveitar o alimento sagrado. O pão. E o maravilhoso que é pensar na beleza e nas virtudes de um alimento tão humilde como o pão seco. E as transformações todas que podem acontecer. Pão torrado com manteiga, o mais imediato e o pensamento primeiro. E como eu adoro pão torrado com manteiga. Pão ralado, como o descrevi aqui. Cubos de pão, azeite, flor de sal e oregãos ou alecrim e temos uns croutons deliciosos para acompanhar uma salada ou uma massa. E depois, o amor maior destes dias de Outono/Inverno, rabanadas. E aqui as possibilidades são imensas. Estas foram feitas com pão de forma. E são deliciosas.
Nota: Só utilizo pão de forma de padaria.
Como fazer:
Fatias de pão de forma + 1 chávena de leite + 1 ovo + 1 colher de sopa de açúcar + sal + 2 a 3 colheres de sopa de licor Grand Marnier + manteiga + icing sugar
Numa tigela bate-se o leite com o ovos, o açúcar, sal e o Grand Marnier.
Coloca-se ao lume uma frigideira grande com uma noz de manteiga.
Mergulha-se as fatias de pão na mistura de leite, para encharcar bem, e coloca-se na frigideira. Deixa-se estar até estarem douradas de ambos os lados. Retira-se e coloca-se em papel de cozinha para absorver a gordura.
Por fim, e para que fiquem absolutamente deliciosas, polvilha-se com icing sugar.
A cor vibrante dos frutos vermelhos a dar cor ao meu gelado preferido. Tão de Verão. Tão bom. Tão simples de fazer.
Como fazer: 2 pacotes de natas + 1/2 lata de leite condensado + 1/2 embalagem de frutos vermelhos congelados + 4 folhas de hortelã Reserva-se alguns frutos vermelhos e tritura-se o restante juntamente com as folhas de hortelã. Bate-se as natas até estarem firme e acrescenta-se o leite condensado e os frutos vermelhos triturados. Depois os frutos vermelhos inteiros e leva-se ao frio durante umas horas.
Pela noite. A horas impróprias, numa cadência doce e silenciosa, longe daquela condição de obrigação.No sítio onde tudo ganha a dimensão certa e que parece que ameniza todas as inquietações. Com o arrastar doce do tempo, um bolo especial. Doce, aromático, quente. Daqueles que prevalece na nossa memória. Depois de feito, ficou assim, tranquilamente à espera da primeira chávena de café da manhã. Rituais abençoados, estes.
Como fazer:
1 iogurte natural + 4 ovos inteiros + 4 copos (iogurte) de açúcar + 2 copos (iogurte) de farinha + 2 copos (iogurte) de coco ralado + 1 copo (iogurte) de óleo + sal + raspa de limão + 1 colher de chá de canela em pó + 1 colher de café de pimenta preta + 1 colher de chá de fermento em pó + icing sugar
Bate-se os ingredientes todos juntos durante 5 minutos e de seguida leva-se ao forno a 180º num tabuleiro rectangular, untado e polvilhado, durante mais ou menos 20 minutos. Faz-se o teste do palito e quando estiver cozido retira-se do forno e desenforma-se.
Esta receita já devia fazer parte destas páginas há muito, por ser uma das comidas mais gostadas cá em casa. Fica agora, no momento certo, com a alegria das primeiras cerejas e de uma cerveja de que gosto muito, no pico de uma Primavera linda, que está a ser vivida como nenhuma outra.
Como fazer:
2 peitos de patos + sumo de uma laranja + 1 cálice de Vinho do Porto + 3 dentes de alho (esmagados) + sal + pimenta preta + 1/2 folha de louro + 4 colheres de sopa de golden syrup ( uso sempre este) + 1 colher de chá de Tabasco
Faz-se a marinada com os ingredientes todos e adiciona-se os peitos de pato. Deixa-se estar pelo menos 2 horas para absorver bem os sabores.
Depois desse tempo, retira-se os peitos de pato da marinada e seca-se muito bem com papel de cozinha. Faz-se uns cortes na pele. Leva-se ao lume uma sertã e quando estiver bem quente adiciona-se os peitos de pato. Vigia-se para evitar que a pele se queime e vira-se a espaços regulares.
Depois de algum tempo, aqui varia, consoante o nosso gosto de carne mais ou menos passada, retira-se do lume e envolve-se em papel de alumínio para os sucos da carne estabilizarem.
Entretanto, leva-se de novo a sertã ao lume, filtra-se a marinada, deixa-se estar até atingir o ponto de veludo.
Fatia-se a carne e serve-se acompanhado com batata frita e legumes cozidos.