Se na mitologia grega a Penélope de Ulisses desfazia o seu bordado como forma de prolongar a espera pelo seu marido, as bordadeiras Portuguesas fazem sair das suas mão verdadeiras obras de arte. Plenas de um significado matriarcal, carregadas de sentimento e encantamento.
O "tecido" é encantado. Porque encanta quem o faz. E encanta quem o recebe. O trabalho manual impressiona. Cada ponto, cada fio é um pensamento. Horas e horas de trabalho dedicado para engalanar as nossas mesas. Para tornar ainda mais belo o momento único de partilha das refeições, aquele momento tão bem descrito por Tolentino de Mendonça " o deliberado espaço de multiplicação para a vida: partilhando o pão que expande a graça, bebendo o vinho que amplia a festa."















