sábado, 31 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Um presente.
E quis tanto estes pratos. Em silêncio. Mas houve alguém que esteve muito atento. E quem me conhece bem sabe. Os minutos mais demorados a contemplar significa regra geral uma vontade de adquirir. Mesmo que por esses dias não conseguisse verbalizar os meus gostos. E as minhas vontades. Mas houve alguém que esteve atento.
E estes pratos vieram então sob a forma de um presente carinhoso.
E já tiveram honras de uma mesa. Em tons de amarelo tímido. Ainda a tempo de uma mesa. De uma mesa de Natal.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
As rabanadas
E o Natal seria o mesmo sem rabanadas? Para mim não. De todos os doces de Natal aquele que não pode faltar à minha mesa são as rabanadas. Por isso, este ano em que não fiz todos os doces que habitualmente costumo fazer, à minha mesa não poderia faltar as rabanadas. E o curioso é que todos os anos procuro uma nova receita, e todos os anos faço uma nova versão de rabanadas. Este ano a ajuda veio de um blog afestadebabette. e posso dizer que esta é sem duvida a minha receita preferida de rabanadas. Depois de já ter feito e provado muitas.
Como fazer:
1 Cacete (de véspera) partidos às fatias + 1 litros de leite meio gordo + 250 gr de açúcar + 2 cascas de limão + 2 paus de canela + 12 ovos + 1 litros de óleo
Para cada calda (Devem ser feitas de véspera)
700 gr de açúcar + 700 ml de água + 2 paus de canela + 2 cascas de limão
2 cálices de Vinho do Porto
De véspera fazem-se duas caldas, em tachos separados, levando ao lume todos os ingredientes, com excepção do Vinho do Porto, deixando-se ferver por 30 minutos. Fora do lume, adicionar o Vinho do Porto a cada calda.
No próprio dia, ferver o leite com o açúcar, as cascas de limão e os paus de canela. Deixar ferver por 2 a 3 minutos. Bater os ovos até fazerem espuma. E reservar. Regar o pão com o leite adoçado e quente.
Levar ao lume o óleo a aquecer e passar cada fatia de pão pelos ovos e fritá-las em lume médio.
Levar a ferver novamente uma das caldas e mergulhar rapidamente cada uma das rabanadas, voltando-as umas duas vezes. Colocá-las nas taças onde vão ser servidas. Levar a ferver por um minuto a outra calda e deitar sobre as rabanadas.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Natal
Para a minha Sogra.
Tradição
A receita é a de sempre mas com alguns ingredientes especiais: a evocação carinhosa, a ternura e o afecto. As lembranças doces de Natais passados, da infância mágica e da magia do Natal.
Como fazer:
1 Cebola + 2 dentes de alho + 2 postas de bacalhau + 1 chávena de arroz carolino + sal + pimenta + azeite + água + 1 copo de vinho branco + espigos de couve-galega + ½ folha de louro + 1 tomate
Primeiro faz-se um refogado com a cebola, o alho e o azeite e deixa-se estalar. Depois acrescenta-se as postas de bacalhau e tempera-se com o sal, a pimenta, o tomate cortado em cubos, o louro e o vinho branco e deixa-se estar até o bacalhau estar cozido.
Retira-se o bacalhau e acrescenta-se o arroz. Adiciona-se a água a ferver aos poucos mexendo sempre o arroz. Quando faltar 5 minutos para o arroz estar cozido acrescenta-se os espigos de couve-galega e o bacalhau em lascas.
Quando o arroz estiver cozido serve-se imediatamente em pratos da sopa para manter a textura.
E depois é só deixar as memórias doces brincarem com os sabores.
sábado, 24 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Doze anos
Doze anos de uma vida em comum. Com todos os momentos vividos, os bons e menos bons. Felizes sempre, porque até os momentos mais dificeis nos ensinaram a sermos mais. Mais felizes. Mais capazes. E dia a dia fomos construindo um percurso, sabendo que só nos poderia ter levado até aqui. Ao que somos hoje. E ao que pretendemos para o futuro. Envelhecer assim. Lado a lado.
E para comemorar esta data um jantar a dois. Com direito a rosas delicadas e perfumadas e a uma sobremesa que andava a ser pedida já a uns dias.
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