quarta-feira, 16 de agosto de 2017
domingo, 13 de agosto de 2017
Início precioso.
Todos os inícios são preciosos. Mais ainda quando estes inícios são preludio de dias grandes de preguiça e de descanso. Tempo com tempo, de calma e tranquilidade. Depois dos dias todos que cabem num ano este tempo começou assim. Um dia inteiro passado num parque num piquenique, leve, fresco e colorido, como se querem as refeições ao ar livre e como se querem também os dias nesta altura do ano. Com os dias grandes, um livro, que me acompanhará durante as férias. Assim começa o mal, neste caso, assim começa o bem.
segunda-feira, 27 de março de 2017
Um bolo para dias de muito frio.
Chuva, frio e vento de novo. E de novo a vontade de casa. O aconchego da lareira, de comida perfumada e do aroma doce dos bolos acabados de sair do forno. Para dias de muito frio um bolo delicioso. Chocolate e pêra numa conjugação deliciosa e absolutamente irresistível.
Como fazer:
4 ovos + 150 g de açúcar + 1 pisco de sal + 50 g de chocolate em pó + 1 colher de café de café em pó + 100 ml de água morna + 100 g de manteiga derretida + 200 g de farinha + 1 colher de chá de fermento + 4 pêras
Batem-se os ovos inteiros com o açúcar e o sal até obter um creme esbranquiçado. Adiciona-se depois o chocolate em pó e o café em pó, bate-se mais um pouco e acrescenta-se a água morna e a manteiga derretida. Aos poucos junta-se a farinha e o fermento.
Descasca-se as pêras e retira-se os caroços e parte-se em pedaços mais ou menos uniformes.
Coloca-se a massa do bolo numa forma de bolo inglês, untada e polvilhada com farinha, e por cima coloca-se os pedaços de pêra.
Leva-se ao forno a 160 º durante 40 a 45 minutos.
Depois de desenformado polvilha-se com icing sugar.
quinta-feira, 9 de março de 2017
Seis anos.
Seis anos e 500 posts depois. Uma data a assinalar. No dia em que este espaço completa mais um ano. Hoje ficam as coisas que me são mais, o que fica dos dias que passam inexoráveis, tantas vezes implacáveis e insensíveis, mas mesmo assim maravilhosos, e de assinalar, sempre. Cada um dos dias, dos momentos, que nos acrescenta e nos marca. Ficam as imagens aleatórias, frases que cruzam os meus dias e lhe dão ainda mais significado, as primeiras flores pequeninas a anunciar a Primavera, a arte, em qualquer uma da sua formas, as flores espalhadas pela minha casa e uma sobremesa decadente.
E com as coisas que gosto e de que vou guardando registo, agradecer a quem por aqui passa, a quem lê. O meu obrigada. Muito.
Como fazer:
Para o gelado:
2 pacotes de natas bem frias + 1 lata de leite condensado + 2 colheres de sopa de gengibre ralado
Para o caramelo:
200 g de açúcar + 1 pacote de natas + 1 pitada de sal
Primeiro faz-se o caramelo assim:
Leva-se o açúcar e o sal ao lume e lentamente deixa-se fazer um caramelo muito claro. Retira-se do lume e junta-se as natas aos poucos. Caso forme grumos leva-se de novo ao lume até que fiquem desfeitos, mexendo sempre. Retira-se do lume e deixa-se arrefecer completamente.
Bate-se as natas bem frias até estarem firmes e depois acrescenta-se o leite condensado e o gengibre ralado, envolvendo com a batedeira em velocidade baixa.
Coloca-se a mistura numa taça ou recipiente, que possa ir ao congelador.
No momento de servir, colheradas de caramelo.
terça-feira, 7 de março de 2017
Minimalista.
Porque ainda é Inverno, porque ainda chove e está frio, porque ainda apetece, mais do que qualquer outra coisa, o aconchego de uma sopa reconfortante, que nos aqueça as mãos e a alma. Desta vez, um creme de couve-flor, delicioso e de um sabor delicado. Uma sopa minimalista em que no fim acrescenta-se o que se quiser, desta vez um molho feito de iogurte, que agradou muito a todos.
Com a sopa, um livro que chegou às minhas mãos por estes dias.
Como fazer:
Para a sopa:
2 cebolas + 2 dentes de alho + 1 courgette + 1 batatas + 1 couve-flor grande + água + sal + azeite
Para a guarnição :
1 iogurte natural + 1 molhinho de salsa
Leva-se ao lume os legumes todos partidos em pedaços pequenos e rega-se com um pouco de azeite. Tempera-se com sal. Deixa-se estar durante 10 minutos. Quando os legumes começarem a estar macios acrescenta-se a água a ferver, só até cobrir os legumes. Deixa-se estar mais 10 minutos e passa-se com a varinha mágica até estar em puré perfeito.
Entretanto junta-se o iogurte com a salsa e passa-se com a varinha mágica. Vai formar uma espécie de espuma, mas é normal. Leva-se ao frio até ao momento de servir.
No momento de servir coloca-se por cima da sopa a quantidade que se desejar da mistura de iogurte.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
Haja o que houver.
No inicio do mês mais pequeno do ano celebra-se um aniversário. É o primeiro da casa, e o primeiro dos afetos. E, enquanto continua a crescer como pessoa única e irrepetível que é, eu (nós) estou (estamos) aqui, haja o que houver. Para os mimos todos que quer e que merece.
E enquanto fazia pacientemente as bolinhas de vários tamanhos para compor o bolo, a música que se espalhava pelas paredes da casa, e a voz que nos faz ficar mais próximos da nossa própria alma, a belíssima voz da Teresa Salgueiro, no tempo em que fazia parte dos MadreDeus,
E, então, de alma e coração cheio fica o bolo que pediu, por gostar muito, um bolo feito de profiteroles.
Como fazer:
Para a massa:
6 dl de água + 200 g de manteiga + sal + 300 de farinha + 12 ovos
Leva-se ao lume a água com o sal e a manteiga, quando levantar fervura, adiciona-se, de uma só vez a farinha e mexe-se até formar uma bola que se separe das paredes e do fundo do tacho.
Retira-se do lume e coloca-se a bater na batedeira para ir arrefecendo. Quando a massa estiver mais fria junta-se os ovos um a um, batendo bem entre cada adição e só juntando o seguinte depois do anterior ter sido completamente absorvido. Depois de juntar os ovos todos bate-se mais algum tempo até a massa ficar brilhante e começar a fazer bolhas.
Fazem-se bolinhas (com uma colher ou com um saco pasteleiro) de vários tamanhos, por forma a que encaixem umas nas outras ao fazer a pirâmide.
Coloca-se as bolinhas em tabuleiros de forrados com papel vegetal e leva-se ao forno a 180.º aproximadamente 20 minutos.
Para o recheio:
3 pacotes de natas + 6 colheres de açúcar + 2 folhas de gelatina
Coloca-se as folhas de gelatina em água fria, entretanto bate-se os 3 pacotes de natas até estarem firmes e acrescenta-se o açúcar. Por fim derrete-se a gelatina durante uns segundos no micro-ondas e acrescenta-se às natas. Leva-se ao frio até ao momento de rechear os profiteroles.
Para a cobertura:
1 tablete de chocolate com 70% de cacau + 1 pacote de natas
Leva-se a derreter em banho maria o chocolate e as natas.
Monta-se o bolo colocando as bolinhas, já recheadas, por forma a formar uma pirâmide. Depois coloca-se por cima o chocolate derretido.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Subversão.
Um bolo que não é feito como os outros. É assim um bocadinho subversivo. Serve o propósito, a vontade urgente de um bolinho em que não dá para esperar até que um bolo à séria esteja feito. E também está bem assim, é que de vez em quando é preciso mesmo umas alterações às ordens estabelecidas. Fica bom e sabe particularmente bem naqueles dias de mantas e sofás.
Como fazer:
Para o bolo:
1 ovo + 1 pisco de sal + 4 colheres de sopa de açúcar + 5 colheres de sopa de farinha + 1 colher de sobremesa de fermento + 3 colheres de sopa de óleo + 4 colheres de sopa de leite + 1 banana esmagada
Bate-se o ovo com o pisco de sal e acrescenta-se os restante ingredientes. Bate-se bem com um garfo e por fim adiciona-se a banana esmagada. Coloca-se o preparado em canecas ou chávenas e leva-se ao micro-ondas na potência máxima durante 3 minutos.
Para o caramelo:
150 g de açúcar + 1 pacote de natas + 1 pitada de sal
Leva-se o açúcar e o sal ao lume e lentamente deixa-se fazer um caramelo muito claro. Retira-se do lume e junta-se as natas aos poucos. Caso forme grumos leva-se de novo ao lume até que fiquem desfeitos, mexendo sempre.
Quando o bolo estiver pronto deixa-se arrefecer um pouco e cobre-se com o caramelo. Não se deve deixar arrefecer completamente pois tende a ficar mais duro e seco.
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