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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Oferta ao Menino


Para oferecer ao Menino umas bolachinhas Shortbread aromatizadas com canela e gengibre. E estas bolachas desapareceram num abrir e fechar de olhos. Sinal que o Menino e todos os meninos que por cá passaram gostaram destas bolachinhas.

Como fazer:

300g de farinha + 200g de manteiga à temperatura ambiente + 100g de açúcar + sal + 2 colheres de chá de canela + 2 colheres de chá de gengibre fresco ralado

Primeiro coloca-se a farinha numa taça e junte a manteiga previamente cortada em pedaços. Com as mãos esfarela-se bem a manteiga na farinha até a massa formar migalhas. Juntar o açúcar, a canela, o gengibre e o sal e amassar bem até formar uma bola maleável de massa.
Polvilha-se uma superfície de trabalho e, com o rolo da massa, estende-se a massa até ter cerca de 5mm de espessura. Corta-se com a forma desejada e coloca-se num tabuleiro forrado com papel vegetal.

Leva-se ao forno cerca de 8 a 10 minutos a cerca de 180ºC.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Um caminho de luz



É o que desejo para 2012. Que seja um caminho de luz. Que todos estes augúrios de ano horrível não passe de uma previsão errada, como muitas a que nos habituaram. E quero que seja assim este ano de 2012, para mim e para todos os que me rodeiam, física ou virtualmente. Quero um ano bom. Quero um ano de luz nos nossos olhos e nos nossos corações. Quero um ano com um sorriso. E basta isto, o querer, para sentir que sim, que apesar de todas as adversidades será um ano bom. Porque querendo metade do caminho já está iluminado. E, porque são as dificuldades que nos fazem crescer, então, seremos grandes porque seremos inteiros.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo.




 
Ainda a tempo de desejar a todos um Feliz Ano de 2012. Que seja um ano repleto de alegrias e sucessos. De paz e alegria. De pequenos momentos que nos acrescentem. 

 Feliz Ano Novo!
 

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Um presente.




Um dos presentes de Natal. Uns pratos lindos da V.A.
E quis tanto estes pratos. Em silêncio. Mas houve alguém que esteve muito atento. E quem me conhece bem sabe. Os minutos mais demorados a contemplar significa regra geral uma vontade de adquirir. Mesmo que por esses dias não conseguisse verbalizar os meus gostos. E as minhas vontades. Mas houve alguém que esteve atento.
E estes pratos vieram então sob a forma de um presente carinhoso.
E já tiveram honras de uma mesa. Em tons de amarelo tímido. Ainda a tempo de uma mesa. De uma mesa de Natal.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Natal




Este ano o Natal teve algumas ausências. Três. E as três velas simbolizam isso. Duas temporárias e uma definitiva. E a saudade imensa que está. E a evocação ainda dolorosa da sua não presença. Mas apesar de tudo fez-se a ceia de Natal. Por saber que seria a sua vontade. E uma mesa posta com uma simplicidade austera acolheu-nos na nossa nostalgia e na nossa dor. E manteve-se a tradição do bacalhau e das rabanadas, do bolo-rei tradicional e do bolo-rei de chocolate, dos frutos secos e do pudim de amêndoa.

Para a minha Sogra.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal


A todos desejo  um Santo e Feliz Natal. Que em cada lar brilhem os olhos e os corações. Que seja uma noite de amor, ternura, afectos e esperança.

Feliz Natal.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Doze anos




Doze anos de uma vida em comum. Com todos os momentos vividos, os bons e menos bons. Felizes sempre, porque até os momentos mais dificeis nos ensinaram a sermos mais. Mais felizes. Mais capazes. E dia a dia fomos construindo um percurso, sabendo que só nos poderia ter levado até aqui. Ao que somos hoje. E ao que pretendemos para o futuro. Envelhecer assim. Lado a lado.
E  para comemorar esta data um jantar a dois. Com direito a rosas delicadas e perfumadas e a uma sobremesa que andava a ser pedida já a uns dias.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pessoa



Para ser Grande, sê Inteiro

Para ser grande, sê inteiro:
Nada teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa.
Põe quanto és no mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda brilha,
Porque alta vive.

Ricardo Reis

No dia em que se assinala o 123 º aniversário do nascimento de Fernando Pessoa, a vontade de reler a obra deste grande poeta. Ricardo Reis para começar. Agora com mais tempo e sem duvida outra maturidade, que não se tem quando se lê Fernando Pessoa pela primeira vez.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Cerejas á minha mesa


"As minhas palavras choveram sobre ti acariciando-te.
Amei desde há  tempo o teu corpo de nácar ensolarado.
Creio-te  dona do universo.
Vou trazer-te das montanhas flores alegres, jacintos,
avelãs escuras, e cestos silvestres de beijos.
Quero fazer contigo
o que a primavera faz com as cerejeiras."
Pablo Neruda 

domingo, 1 de maio de 2011

A todas as Mães !

Para Sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
— mistério profundo —
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade, in 'Lição de Coisas'

terça-feira, 12 de abril de 2011

Aniversário


O dia de ontem foi a correr. Sem tempo para pausas. Sem tempo para conversas mais prolongadas ao telefone. Sem tempo para mim. Sem tempo para os que amo. E o dia passou! Mais um dia! Mais um ano! Uma pequena vela acesa pelo amigos, sem bolo, na pausa do café. Fica aqui porém o meu obrigada aos que de uma forma ou outra passaram o dia comigo, que o preencheram e me ajudaram a não pensar naqueles que não estavam. Naqueles que já partiram.
 

quarta-feira, 9 de março de 2011

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Nesta mensagem, que é a inicial, quero partilhar convosco gostos, amores e silêncios. Porque é nos silêncios que  descobrimos os amores, muitas vezes adormecidos. Os gostos das pequenas coisas do dia-a-dia que nos libertam da rotina e nos fazem ver mais. Mais além, mais intensamente, mais profundamente.